Quest
- Buda
- 17 de nov. de 2019
- 1 min de leitura
Indagado por um jovem,
Sobre como se fazer presente
Em sua própria vida,
Me calei.
Uma resposta fabricada
Veio em minha mente,
Cujo qual, permaneci
Em silêncio.
Quando percebi
Jazia uma penumbra no ambiente,
Um frio inquietante
Numa noite de verão.
Desbravei minha consciência,
Resgatei antigas apreensões
E forjei epifania atrás de epifania,
Claramente sórdida e sem nexo.
Dentro dessa miragem
Me senti impotente,
Trêmulo e entorpecido,
Alojado em um canto azul.
Como todas as vezes
Encerrei a jornada,
Após adentrar no olho do furacão.
Com propósito incerto
Me rendi ao desespero.
Autor: Gustavo Santos Batista
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